quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

PERSPECTIVAS COM O CÍRCULO CROMÁTICO


O círculo fundamental das cores, mais conhecido como círculo cromático, é uma representação simplificada das cores percebidas pelo olho humano.
Na maioria das vezes ele é representado fatiado como uma pizza, com 12 pedaços, onde cada um deles é representado por uma cor e essas cores são dispostas de maneira a formar um espectro perfeito.
Ele é composto por doze cores ou 6 cores: as três primárias, as secundárias e as seis terciárias.
Este instrumento pode ser utilizado na hora de compor ilustrações coloridas, pois é uma guia rápida com a qual podemos identificar facilmente as cores complementares, as análogas, as meio-complementares, e outras combinações harmônicas possíveis.

Classificação (das cores de impressão/ pigmento transparente, diferente das cores luz ou RGB):

Cores primárias: azul, vermelho e amarelo.
Cores secundárias: verde, laranja e violeta.
Cores terciárias: vermelho-violeta, vermelho-alaranjado, amarelo-alaranjado, amarelo-esverdeado, azul-esverdeado e azul-violeta.


  • Perspectiva 1 - Cores Complementares (Lápis de Cor)
Vermelho e Verde

  • Perspectiva 2 - Duplas Complementares (Lápis de Cor)
Laranja-Azul e Vermelho-Verde

  • Perspectiva 3 - Complementares Divididas (Lápis de Cor)
Violeta com Laranja Amarelado e Verde Amarelado

  • Perspectiva 4 - Tridíaco (Lápis de Cor)
Amarelo, Vermelho e Azul

  • Perspectiva 5 - Análogas Simples (Lápis de Cor)
Verde Amarelado-Verde-Verde Azulado

  • Perspectiva 6 - Tom sobre Tom (Lápis de Cor)
Tons terrosos

  • Perspectiva 7 - Neutro: Marrom, Bege (Lápis de Cor)

  • Perspectiva 8 - Branco, Preto e Cinza (Lápis de Cor)

Para desenvolver as perspectivas foram utilizados papel canson A4 de 300g e caixa de lápis de cor aquarelável da Faber Castell.

Disciplina: Cores, Materiais e Técnicas - 1º Semestre

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Entenda os diferentes usos para cada uma das lâmpadas coloridas

A maioria das lâmpadas LED em uso em nossas casas hoje são lâmpadas claras, brancas ou com um tom mais "quente". Mas lâmpadas LED também estão disponíveis em cores, e podem ser usadas como lâmpadas individuais ou em grupos, para aplicações especiais. Seu uso em iluminação de festas você já conhece. Mas o uso prático de lâmpadas coloridas e em cromoterapias é um pouco menos conhecido. Falemos sobre isso!




Lâmpadas Azuis

A luz azul descansa os olhos, e parece ser uma boa luz de leitura para os olhos idosos. Pessoas idosas relatam que podem ler sob a luz azul por horas sem fadiga ocular, em comparação com a fadiga ocular grave em menos de 30 minutos com iluminação incandescente.

Alguns estudos sugerem que a luz azul pode ajudá-lo a acordar de manhã. Ela desencadearia um fotorreceptor chamado melanopsina que ajuda a definir ciclos diários do seu corpo e pode mantê-lo mais atento e alerta, e ao mesmo tempo mais descansado.

Então como e quando usar luz azul? Na decoração pode criar um efeito interessante destacando paredes nesta cor.

Um outro bom uso da luz azul é em cromoterapias. Na cromoterapia o azul tem muitas propriedades terapêuticas e traz efeito calmante, além de auxiliar o tratamento da acne. Um banho matinal sob essa cor de luz parece te preparar melhor para o dia.

Lâmpadas Verdes

A luz LED verde foi uma das primeiras a serem utilizadas para visão noturna. Ela ajuda a preservar a visão noturna enquanto permite alguma iluminação.

A luz verde não atrai insetos como a luz branca. Caçadores e pescadores preferem a luz verde porque é menos provável de assustar o peixe ou a caça. Algumas pesquisas indicam que a luz verde também estimula o crescimento de plantas.

Então como e quando usar luz verde? Para iluminar e ser capaz de se mover sem atrair insetos. E para auxiliar o crescimento das plantas. Funciona muito bem em paredes verdes (=cobertas de plantas)!

Na cromoterapia é uma cor referente ao chakra cardíaco, que comanda o coração e o sistema circulatório, funcionando para tratamento de dores de cabeça e insônias.

Lâmpadas Vermelhas

Vermelho é a cor tradicional para a manutenção da visão noturna. Mas por quê?

A parte de trás do nosso olho (retina) detecta a luz e nos permite "ver". A retina é feita de 2 tipos de estruturas, cones e bastonetes. Os cones são responsáveis ​​por nossa visão normal durante o dia. Os bastonetes são responsáveis ​​pela nossa "visão noturna".

Na prática funciona assim: se você está andando sob a luz do dia e vê o mundo colorido, você está usando seus cones. Se você está andando sob a luz das estrelas e toda a paisagem aparece em tons de cinza, você está usando seus bastonetes.

Então como e quando usar luz vermelha? Para ler na cama e não incomodar o parceiro. E até em hospitais ou quartos de bebê, para ser capaz de se mover pelo ambiente sem incomodar o sono do paciente ou do bebê.

Além disso, na decoração, essa cor comunica um clima de paixão e cria romantismo.

Na cromoterapia a luz vermelha ativa a circulação e estimula o sistema nervoso. O vermelho está ligado ao chakra básico, que está localizado no baixo ventre e que comanda a coluna vertebral.

Lâmpadas Alaranjadas

As lâmpadas de cores mais "quentes" como as alaranjadas, que simulam a cor do sol, são utilizadas para deixar ambientes mais aconchegantes e com cara de "luz do dia". Sob essa luz, a pele fica mais bonita, e a comida mais apetitosa.

Então como e quando usar luz laranja / sol amarelo? A luz alaranjada / sol amarelo usada pontualmente deixa o ambiente mais aconchegante.

Na cromoterapia é uma cor alegre e antidepressiva, melhorando o metabolismo e o sistema digestivo. Funcionam muito bem em varandas e pátios.

http://www.dcoracao.com/2015/11/por-que-usar-lampadas-coloridas.html

quinta-feira, 30 de julho de 2015

E agora! Onde guardar os lápis de cores?



Eu quero um desse! Provavelmente, essa será a primeira reação ao ver este porta lápis de porco-espinho. É uma ótima ideia e muito criativo, não acham?

TRABALHO COM E.V.A.









Desenvolver este trabalho com E.V.A. foi algo inusitado pois não tive nenhuma ideia inicial. Foi cortando e fazendo curvas com o estilete que consegui criar essa obra. Seria uma especie de um tapete com relevo em degrade nas cores preto, marrom e bege, e no centro as chamas, supondo ser uma fogueira. Busquei inspiração em Jean Stark e Irmãos Campana.

Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

TRABALHO COM MADEIRA






Neste trabalho, utilizei como base estrutural uma madeira em mdf, outra em mdp e palitos de churrasco. Algo bem limitado.
Arne Quinze, Dan Havel e Hugo França foram as minhas referencias para desenvolver essa ideia.

Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

TRABALHO COM ARAME






Para desenvolver este trabalho com arame busquei algumas referencias, tais como: Alexander Calder, Bernar Venet, León Ferrari, entre outras. Mantive a ideia inicial e predominei as circunferências com alguns ligamentos em pontos irregulares, e cheguei neste resultado final.

Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

Abrir e fechar uma porta do jeito que você jamais viu!


"Eu quero uma dessas!" Provavelmente, essa será a sua primeira reação ao conhecer a Evolution Door, uma interessante porta criada pelo artista austríaco Klemens Torggler. A porta é baseada em um sistema de rotação, que resulta em um movimento no mínimo interessante.


Se o seu cérebro ficou um pouco confuso, o vídeo abaixo dá algumas pistas de como funciona o mecanismo desenvolvido por Klemens, que cria esse efeito diferente e fluido.


A porta é apenas um protótipo, isto é, ainda não é possível comprar uma para instalar em sua casa. Então, por enquanto, todos esperamos ansiosamente o lançamento da Evolution Door no mercado.

http://www.limaonagua.com.br/boas-ideias/esta-porta-genial-abre-e-fecha-de-um-jeito-que-voce-jamais-viu/

Móveis planejados: Você sabe a diferença entre MDF e MDP?


Se você já contratou, vai contratar ou está contratando lojas de móveis planejados, provavelmente já ouviu falar em MDP e MDF.

Muita gente tem um certo preconceito quanto ao uso de MDP, pois considera qualidade inferior ao MDF. Será que isso é verdade? Qual a diferença? Qual é melhor? Qual devemos escolher? É fácil fazer confusão na hora de escolher, afinal, os painéis de MDF e MDP são muito parecidos, inclusive nos processos de fabricação e, por isso, podem gerar alguma dúvida.

Ambas as placas são produzidas a partir das madeiras pinus e eucalipto. São obtidas através da prensagem e da extração de fibras das madeiras. A diferença entre MDF e MDP se encontra, basicamente, na densidade das partículas. Um é feito de partículas de madeira aglutinadas em duas camadas finas e uma grossa (MDP) e o outro de fibras de madeira que, em placas, são coladas umas sobre as outras (MDF). Outra principal diferença entre o MDF e o MDP é a limitação de uso, enquanto o MDF apresenta maleabilidade, permitindo a formação de curvas, por exemplo, o MDP tem limitações que favorecem o uso desse material em artigos de linha reta, como portas, prateleiras, gavetas e demais peças retas. No processo de fabricação, ambos são prensados em alta temperatura, em torno de 200°C, fazendo com que todos os tipos de insetos sejam exterminados, inclusive o cupim.

Os painéis MDF (“Medium Density Fiberboard” – “Chapa de Fibra de Madeira de Média Densidade”) são extremamente resistentes, com superfície menos porosa, o que permite melhores acabamentos para pinturas, criando maiores possibilidades no design dos ambientes. São ideais para mobiliário, molduras e revestimentos. No entanto, são, em média, mais caros do que o MDP.

O MDF é praticamente equivalente à madeira nas possibilidades de se trabalhar a matéria-prima. Os painéis possuem superfícies perfeitamente homogêneas e sem orientação das fibras, o que permite cortes em qualquer sentido.

Já os painéis MDP (“Medium Density Particleboard” – “Painel de Partículas de Média Densidade”) são amplamente utilizados na fabricação de mobiliário, tanto residenciais quanto comerciais. São utilizados na confecção de portas, gavetas e prateleiras dos móveis. Não são tão densas quanto as placas de MDF e possuem certa resistência a arrancamento de parafusos e inchamento. Portanto, a grande vantagem do MDP é a resistência quanto à montagem/desmontagem.

Outra diferença entre os dois materiais, que vale ser mencionada, é que o MDP apresenta alta absorção de tintas no acabamento final e o MDF não. Dessa maneira, dependendo da finalidade e do tipo de acabamento, vale escolher o MDP ao invés do MDF. Contudo, as placas de MDF se tornam mais vantajosas quando estamos falando em laca, uma vez que elas são mais homogêneas e sem irregularidades na superfície. Essa característica também influencia na relação custo-benefício das placas. Para uso em parte externa, madeira com menos poros têm menos absorção e, consequentemente, menos custos com tintas. Para uso interno, em contra partida, o MDP é o mais rentável, pois permite ótima colagem e o custo do material é bem menor.

Vale lembrar que ambos são resistentes à umidade, mas não são à prova d’água. Contudo, podem ser utilizados em móveis e decorações para cozinhas e banheiros, desde que revestidos adequadamente em toda sua superfície e bordas. A combinação dos dois materiais pode baratear o seu móvel sem abrir mão de qualidade ou estética.

Os dois materiais tem suas peculiaridades e são excelentes, desde que sejam utilizadas corretamente. Para partes externas, em que normalmente os projetistas priorizam o design do móvel com curvas e cantos arredondados, o MDF é ideal. Contudo, para uso interno, a escolha mais adequada pode ser o MDP, já que este permite a desmontagem sem prejudicar a qualidade do móvel, possui ótima colagem e ainda é mais rentável.


http://www.limaonagua.com.br/mobiliario/moveis-planejados-voce-sabe-a-diferenca-entre-mdf-e-mdp/

segunda-feira, 27 de julho de 2015

DESENHO DE OBSERVAÇÃO: LEGUMES



Pipocas feitas de fita crepe


Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.


Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

DESENHO DE OBSERVAÇÃO: FRUTAS






Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.


Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

DESENHO DE OBSERVAÇÃO: OBJETOS ESCOLHIDOS


Engradado de Coca Cola com relevo
Bolinhas de gude agrupadas



Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.


Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

DESENHO DE OBSERVAÇÃO: FERRAMENTAS





Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.


Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

DESENHO DE OBSERVAÇÃO: BRINQUEDO





Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.


Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

DESENHO DE OBSERVAÇÃO: PEDRA




Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B, carvão fusains e giz pastel oleoso.


Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

FROTTAGE SOBRE PAPEL KRAFT A2

Na arte, frottage (do francês “frotter”, em português “friccionar”) é um método surrealista e “automático” de produção criativa desenvolvido por Max Ernst.
No frottage o artista utiliza um lápis ou outra ferramenta de desenho e faz uma “fricção” sobre uma superfície texturizada.
O desenho pode ser deixado como está, ou pode ser utilizado como base para aperfeiçoamento. Embora superficialmente similar à fricção em latão e a outras formas de “esfregar”, visando reproduzir um objeto já existente, a técnica do frottage difere por ser aleatória.
Foi desenvolvida pelo pintor, escultor e artista gráfico alemão, Max Ernst, em 1925. Aconteceu após Ernst ter a ideia de colocar uma folha(papel) no chão de madeira de seu ateliê e copiar a sua textura. Assim, acabou desenvolvendo a técnica de frottage.

Abaixo, estão os trabalhos que selecionei para expor em sala:










Procedimento feito em sala de aula com papel kraft A2, lápis grafite 6B e carvão fusains.


Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

sexta-feira, 24 de julho de 2015

CONSTRUÇÃO DE PONTOS E LINHAS


Procedimento feito em sala de aula com papel sulfite A4, lápis grafite 6B, estilete e reguá.
 Dobrar, rasgar, amassar, manchar, furar... Enfim, criar! 

Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Diferenças entre Decorador, Designer de Interiores e Designer de Ambientes




O Decorador é aquele profissional formado (ou não) naqueles antigos cursos de finais de semana ou de curtíssima duração, que eram oferecidos por escolas privadas e instituições como, por exemplo, o SENAC. Sua função é a escolha de acessórios como vasos, toalhas, almofadas e afins. Na realidade o seu trabalho não passa de uma maquiagem no já existente.

O Designer de Interiores, além do trabalho do Decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades, explicitas ou não, dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. A reconstrução do espaço a ser habitado ou não através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas entre outras tantas atribuições deste profissional. Porém seu trabalho restringe-se a ambientes internos.

O Designer de Ambientes está apto a elaborar projetos nos padrões dos de um Designer de Interiores, porém, este não está preso aos limites internos podendo atuar em paisagismo e light design de áreas externas, concepção de praças, clubes e parques. No entanto, sua atuação nas áreas que tenham elementos estruturais, que são aqueles que realmente podem colocar em risco a vida do usuário, assim como a de um Designer de Interiores mantém-se, apenas como formalidade e segurança técnica, sob a supervisão/acompanhamento de um engenheiro estrutural.

Tais atribuições do Designer de Ambientes são sim reais – mesmo que não regulamentadas – pois o mesmo teve em sua formação cadeiras que o habilitam em conhecimento técnico para efetuar tais projetos.

Para o Designer de Interiores e o Designer de Ambientes uma nova realidade começa a despontar no horizonte: a Justiça Federal obrigou o CREA a inscrever e fornecer o registro (carteirinha) profissional. Este fato libera da sombra de outros profissionais em vários aspectos e partes dos projetos. Porém, através da lentidão da Justiça e imposições de entidades, os processos mantêm-se parados.


https://paulooliveira.wordpress.com/2008/04/30/diferencas-entre-decorador-designer-de-interiores-e-designer-de-ambientes/

A diferença entre o arquiteto, o design de interiores e o decorador


É comum confundir decorador, designer de interiores com o arquiteto. A confusão leva a alguns problemas graves relacionados à atribuição legal e responsabilidade civil. É comum ver decoradores ou designers de interiores proporem alterações em paredes, aberturas, ampliações ou demolições. Isto é ilegal. Decoradores e designers não dispõe do diploma legal que os habilitem interferir na obra física. Se houver um acidente, o cliente não terá a quem responsabilizar. Surge a pergunta: Qual a diferença entre o arquiteto, o design de interiores e o decorador? É comum contratar serviços de decoração para mudar as características físicas da obra ou projeto. No entanto, há uma delimitação importante entre os profissionais, notadamente quanto à atribuição legal e responsabilidade técnica.

O decorador é aquele profissional formado (ou não) em um curso de curta duração ou é um autodidata. Suas atribuições são muito restritas, pois seu conhecimento sobre vários componentes de uma obra é nulo. Sua função restringe-se à escolha de acessórios, móveis ou cores sem que altere fisicamente a obra. Não pode interferir no ambiente nem mesmo no detalhamento de mobiliários cuja atribuição é do designer de interiores.

O designer de interiores, além do trabalho do decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. A reconstrução do espaço através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas. Porém seu trabalho restringe-se a ambientes internos, é o profissional habilitado para atuar em projetos de interiores, auxiliando o arquiteto a resolver os espaços da edificação de forma a atender melhor as necessidades do cliente, para complementar o fechamento da obra.

O arquiteto e sua formação se dão através dos cursos de arquitetura e urbanismo que tem duração de cinco anos, onde são abordados temas com, história da arte, história da arquitetura e do urbanismo, representação gráfica, informática, resistência dos materiais, construção, planejamento urbano, projeto de edificações, conforto ambiental, paisagismo, arquitetura de interiores, entre outros. A formação em um curso de arquitetura permite que atue em várias áreas como: estudo e planejamento de projetos, execução de desenho técnico, elaboração de orçamento, padronização, mensuração e controle de qualidade, execução de obra e serviços técnicos. Seu trabalho se inicia a partir do momento em que se escolhe o terreno para a construção, ou seja, a implantação de seu projeto; com parecer sobre localização, legislações idílicas e urbanas, aspectos ambientais e topográficos.


http://novo.caupi.org.br/?p=3217

Você sabe qual a diferença entre DESIGN e DESIGNER?


Muitas pessoas ainda se confundem com as palavras DESIGN e DESIGNER. Posso garantir que inclusive pessoas da área (e muitas) ainda se confundem com o nome que é dado as suas profissões.

Bom, vamos aos fatos:
Uma dessas palavras significa a profissão do profissional e a outra significa o que ele faz, ou seja, o DESIGNER é o profissional. Pode ser ele designer de interiores, designer gráfico, designer de produtos, designer de sapato, de sobrancelha, de moda…

Já DESIGN é o projeto do produto, o móvel que foi desenhado, o objeto, a arte criada… O design é uma técnica criativa utilizada com a intenção ou objetivo de resolver algum problema, é uma solução para algo. Além de ser projetado para ser funcional, os projetos de design também tem fins estéticos e devem ser ergonomicamente corretos.

Essa palavra vem do estrangeiro e alguns tempos atrás, fiquei sabendo que algumas pessoas queriam “aportuguesa-la”. Ouvi também um mesmo “tititi” sobre a palavra Layout, que coincidência ou não tem muito a ver com design. Sinceramente, espero que isso não aconteça.

Resumo de toda história:
DESIGNER: Profissional que trabalha com design e projetos que envolvam criatividade
DESIGN: projeto técnico criativo para solucionar problemas.



http://talegal.com/qual-a-diferenca-entre-design-e-designer/

O que é o designer de interiores?


O designer de interiores elabora projetos de espaços diversos, como residências, lojas, exposições, restaurantes, escritórios e hotéis. Deve estar sempre atento às particularidades de cada ambiente, que variam de acordo com as realidades culturais, sociais e econômicas. O designer de interiores é um profissional multidisciplinar, com compreensão de diversas áreas do conhecimento. Por essa característica, é capaz de gerir projetos integrados com as áreas de engenharia, arquitetura, ergonomia, biologia, comunicação e marketing.

Deve reunir competências técnicas, humanísticas e artísticas, sendo capaz de criar ambientes de grande impacto visual e emocional. No que diz respeito à sustentabilidade, deve saber analisar e avaliar as melhores práticas para a execução de um projeto. O domínio de técnicas de gestão empresarial também integra as habilidades do designer de interiores.


http://ied.edu.br/sao_paulo/curso/graduacao/design-de-interiores/

Design Collection - Lucas Santana


O primeiro post a gente nunca se esquece, não é?

Eu sou o Lucas!

Brasileiro, paulista, leonino, simpático, educado, responsável e apaixonado pelo que faço!

Estudo design de interiores e me dedico totalmente, para que um dia possa ser reconhecido pela minha competência, persistência e dedicação.


Até mais!