Eu quero um desse! Provavelmente, essa será a primeira reação ao ver este porta lápis de porco-espinho. É uma ótima ideia e muito criativo, não acham?
quinta-feira, 30 de julho de 2015
TRABALHO COM E.V.A.
Desenvolver este trabalho com E.V.A. foi algo inusitado pois não tive nenhuma ideia inicial. Foi cortando e fazendo curvas com o estilete que consegui criar essa obra. Seria uma especie de um tapete com relevo em degrade nas cores preto, marrom e bege, e no centro as chamas, supondo ser uma fogueira. Busquei inspiração em Jean Stark e Irmãos Campana.
TRABALHO COM MADEIRA
Neste trabalho, utilizei como base estrutural uma madeira em mdf, outra em mdp e palitos de churrasco. Algo bem limitado.
Arne Quinze, Dan Havel e Hugo França foram as minhas referencias para desenvolver essa ideia.
TRABALHO COM ARAME
Para desenvolver este trabalho com arame busquei algumas referencias, tais como: Alexander Calder, Bernar Venet, León Ferrari, entre outras. Mantive a ideia inicial e predominei as circunferências com alguns ligamentos em pontos irregulares, e cheguei neste resultado final.
Abrir e fechar uma porta do jeito que você jamais viu!
A porta é apenas um protótipo, isto é, ainda não é possível comprar uma para instalar em sua casa. Então, por enquanto, todos esperamos ansiosamente o lançamento da Evolution Door no mercado.
Móveis planejados: Você sabe a diferença entre MDF e MDP?
Se você já contratou, vai contratar ou está contratando lojas de móveis planejados, provavelmente já ouviu falar em MDP e MDF.
Muita gente tem um certo preconceito quanto ao uso de MDP, pois considera qualidade inferior ao MDF. Será que isso é verdade? Qual a diferença? Qual é melhor? Qual devemos escolher? É fácil fazer confusão na hora de escolher, afinal, os painéis de MDF e MDP são muito parecidos, inclusive nos processos de fabricação e, por isso, podem gerar alguma dúvida.
Os painéis MDF (“Medium Density Fiberboard” – “Chapa de Fibra de Madeira de Média Densidade”) são extremamente resistentes, com superfície menos porosa, o que permite melhores acabamentos para pinturas, criando maiores possibilidades no design dos ambientes. São ideais para mobiliário, molduras e revestimentos. No entanto, são, em média, mais caros do que o MDP.
O MDF é praticamente equivalente à madeira nas possibilidades de se trabalhar a matéria-prima. Os painéis possuem superfícies perfeitamente homogêneas e sem orientação das fibras, o que permite cortes em qualquer sentido.
Já os painéis MDP (“Medium Density Particleboard” – “Painel de Partículas de Média Densidade”) são amplamente utilizados na fabricação de mobiliário, tanto residenciais quanto comerciais. São utilizados na confecção de portas, gavetas e prateleiras dos móveis. Não são tão densas quanto as placas de MDF e possuem certa resistência a arrancamento de parafusos e inchamento. Portanto, a grande vantagem do MDP é a resistência quanto à montagem/desmontagem.
Outra diferença entre os dois materiais, que vale ser mencionada, é que o MDP apresenta alta absorção de tintas no acabamento final e o MDF não. Dessa maneira, dependendo da finalidade e do tipo de acabamento, vale escolher o MDP ao invés do MDF. Contudo, as placas de MDF se tornam mais vantajosas quando estamos falando em laca, uma vez que elas são mais homogêneas e sem irregularidades na superfície. Essa característica também influencia na relação custo-benefício das placas. Para uso em parte externa, madeira com menos poros têm menos absorção e, consequentemente, menos custos com tintas. Para uso interno, em contra partida, o MDP é o mais rentável, pois permite ótima colagem e o custo do material é bem menor.
Vale lembrar que ambos são resistentes à umidade, mas não são à prova d’água. Contudo, podem ser utilizados em móveis e decorações para cozinhas e banheiros, desde que revestidos adequadamente em toda sua superfície e bordas. A combinação dos dois materiais pode baratear o seu móvel sem abrir mão de qualidade ou estética.
Os dois materiais tem suas peculiaridades e são excelentes, desde que sejam utilizadas corretamente. Para partes externas, em que normalmente os projetistas priorizam o design do móvel com curvas e cantos arredondados, o MDF é ideal. Contudo, para uso interno, a escolha mais adequada pode ser o MDP, já que este permite a desmontagem sem prejudicar a qualidade do móvel, possui ótima colagem e ainda é mais rentável.
http://www.limaonagua.com.br/mobiliario/moveis-planejados-voce-sabe-a-diferenca-entre-mdf-e-mdp/
segunda-feira, 27 de julho de 2015
DESENHO DE OBSERVAÇÃO: LEGUMES
DESENHO DE OBSERVAÇÃO: FRUTAS
Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.
Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre
DESENHO DE OBSERVAÇÃO: OBJETOS ESCOLHIDOS
DESENHO DE OBSERVAÇÃO: FERRAMENTAS
Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.
Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre
DESENHO DE OBSERVAÇÃO: BRINQUEDO
Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B e giz pastel oleoso.
Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre
DESENHO DE OBSERVAÇÃO: PEDRA
Procedimento feito em sala de aula com papel canson A3, lápis grafite 6B, carvão fusains e giz pastel oleoso.
FROTTAGE SOBRE PAPEL KRAFT A2
Na
arte, frottage (do francês “frotter”, em português “friccionar”) é um método
surrealista e “automático” de produção criativa desenvolvido por Max Ernst.
No
frottage o artista utiliza um lápis ou outra ferramenta de desenho e faz uma
“fricção” sobre uma superfície texturizada.
O
desenho pode ser deixado como está, ou pode ser utilizado como base para aperfeiçoamento.
Embora superficialmente similar
à fricção em latão e a outras formas de “esfregar”, visando reproduzir um
objeto já existente, a técnica do frottage difere
por ser aleatória.
Foi
desenvolvida pelo pintor, escultor e artista gráfico alemão, Max Ernst, em
1925. Aconteceu após Ernst ter a ideia de colocar
uma folha(papel) no chão de madeira de seu ateliê e copiar a sua textura.
Assim, acabou desenvolvendo a técnica de
frottage.
Abaixo, estão os trabalhos que selecionei para expor em sala:
Procedimento feito em sala de aula com papel kraft A2, lápis grafite 6B e carvão fusains.
Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre
sexta-feira, 24 de julho de 2015
CONSTRUÇÃO DE PONTOS E LINHAS
Procedimento feito em sala de aula com papel sulfite A4, lápis grafite 6B, estilete e reguá.
Dobrar, rasgar, amassar, manchar, furar... Enfim, criar!
Dobrar, rasgar, amassar, manchar, furar... Enfim, criar!
Disciplina: Expressão Bi e Tridimensional - 1º Semestre
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Diferenças entre Decorador, Designer de Interiores e Designer de Ambientes
O Designer de Interiores, além do trabalho do Decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades, explicitas ou não, dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. A reconstrução do espaço a ser habitado ou não através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas entre outras tantas atribuições deste profissional. Porém seu trabalho restringe-se a ambientes internos.
O Designer de Ambientes está apto a elaborar projetos nos padrões dos de um Designer de Interiores, porém, este não está preso aos limites internos podendo atuar em paisagismo e light design de áreas externas, concepção de praças, clubes e parques. No entanto, sua atuação nas áreas que tenham elementos estruturais, que são aqueles que realmente podem colocar em risco a vida do usuário, assim como a de um Designer de Interiores mantém-se, apenas como formalidade e segurança técnica, sob a supervisão/acompanhamento de um engenheiro estrutural.
Tais atribuições do Designer de Ambientes são sim reais – mesmo que não regulamentadas – pois o mesmo teve em sua formação cadeiras que o habilitam em conhecimento técnico para efetuar tais projetos.
Para o Designer de Interiores e o Designer de Ambientes uma nova realidade começa a despontar no horizonte: a Justiça Federal obrigou o CREA a inscrever e fornecer o registro (carteirinha) profissional. Este fato libera da sombra de outros profissionais em vários aspectos e partes dos projetos. Porém, através da lentidão da Justiça e imposições de entidades, os processos mantêm-se parados.
A diferença entre o arquiteto, o design de interiores e o decorador
É comum confundir decorador, designer de interiores com o arquiteto. A confusão leva a alguns problemas graves relacionados à atribuição legal e responsabilidade civil. É comum ver decoradores ou designers de interiores proporem alterações em paredes, aberturas, ampliações ou demolições. Isto é ilegal. Decoradores e designers não dispõe do diploma legal que os habilitem interferir na obra física. Se houver um acidente, o cliente não terá a quem responsabilizar. Surge a pergunta: Qual a diferença entre o arquiteto, o design de interiores e o decorador? É comum contratar serviços de decoração para mudar as características físicas da obra ou projeto. No entanto, há uma delimitação importante entre os profissionais, notadamente quanto à atribuição legal e responsabilidade técnica.
O decorador é aquele profissional formado (ou não) em um curso de curta duração ou é um autodidata. Suas atribuições são muito restritas, pois seu conhecimento sobre vários componentes de uma obra é nulo. Sua função restringe-se à escolha de acessórios, móveis ou cores sem que altere fisicamente a obra. Não pode interferir no ambiente nem mesmo no detalhamento de mobiliários cuja atribuição é do designer de interiores.
O designer de interiores, além do trabalho do decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. A reconstrução do espaço através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas. Porém seu trabalho restringe-se a ambientes internos, é o profissional habilitado para atuar em projetos de interiores, auxiliando o arquiteto a resolver os espaços da edificação de forma a atender melhor as necessidades do cliente, para complementar o fechamento da obra.
O arquiteto e sua formação se dão através dos cursos de arquitetura e urbanismo que tem duração de cinco anos, onde são abordados temas com, história da arte, história da arquitetura e do urbanismo, representação gráfica, informática, resistência dos materiais, construção, planejamento urbano, projeto de edificações, conforto ambiental, paisagismo, arquitetura de interiores, entre outros. A formação em um curso de arquitetura permite que atue em várias áreas como: estudo e planejamento de projetos, execução de desenho técnico, elaboração de orçamento, padronização, mensuração e controle de qualidade, execução de obra e serviços técnicos. Seu trabalho se inicia a partir do momento em que se escolhe o terreno para a construção, ou seja, a implantação de seu projeto; com parecer sobre localização, legislações idílicas e urbanas, aspectos ambientais e topográficos.
http://novo.caupi.org.br/?p=3217
Você sabe qual a diferença entre DESIGN e DESIGNER?
Muitas pessoas ainda se confundem com as palavras DESIGN e DESIGNER. Posso garantir que inclusive pessoas da área (e muitas) ainda se confundem com o nome que é dado as suas profissões.
Bom, vamos aos fatos:
Uma dessas palavras significa a profissão do profissional e a outra significa o que ele faz, ou seja, o DESIGNER é o profissional. Pode ser ele designer de interiores, designer gráfico, designer de produtos, designer de sapato, de sobrancelha, de moda…
Já DESIGN é o projeto do produto, o móvel que foi desenhado, o objeto, a arte criada… O design é uma técnica criativa utilizada com a intenção ou objetivo de resolver algum problema, é uma solução para algo. Além de ser projetado para ser funcional, os projetos de design também tem fins estéticos e devem ser ergonomicamente corretos.
Essa palavra vem do estrangeiro e alguns tempos atrás, fiquei sabendo que algumas pessoas queriam “aportuguesa-la”. Ouvi também um mesmo “tititi” sobre a palavra Layout, que coincidência ou não tem muito a ver com design. Sinceramente, espero que isso não aconteça.
Resumo de toda história:
DESIGNER: Profissional que trabalha com design e projetos que envolvam criatividade
DESIGN: projeto técnico criativo para solucionar problemas.
http://talegal.com/qual-a-diferenca-entre-design-e-designer/
O que é o designer de interiores?
O designer de interiores elabora projetos de espaços diversos, como residências, lojas, exposições, restaurantes, escritórios e hotéis. Deve estar sempre atento às particularidades de cada ambiente, que variam de acordo com as realidades culturais, sociais e econômicas. O designer de interiores é um profissional multidisciplinar, com compreensão de diversas áreas do conhecimento. Por essa característica, é capaz de gerir projetos integrados com as áreas de engenharia, arquitetura, ergonomia, biologia, comunicação e marketing.
Deve reunir competências técnicas, humanísticas e artísticas, sendo capaz de criar ambientes de grande impacto visual e emocional. No que diz respeito à sustentabilidade, deve saber analisar e avaliar as melhores práticas para a execução de um projeto. O domínio de técnicas de gestão empresarial também integra as habilidades do designer de interiores.
Design Collection - Lucas Santana
O primeiro post a gente nunca se esquece, não é?
Eu sou o Lucas!
Brasileiro, paulista, leonino, simpático, educado, responsável e apaixonado pelo que faço!
Estudo design de interiores e me dedico totalmente, para que um dia possa ser reconhecido pela minha competência, persistência e dedicação.
Até mais!
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